segunda-feira, 23 de abril de 2018

Estas são as 20 linguagens de programação mais usadas

Está interessado em aprender a programar ou em expandir seus conhecimentos de TI? Anualmente, o Stack Overflow, site de perguntas e respostas usado por programadores em todo o mundo, lança um relatório indicando quais são as linguagens de programação mais usadas.

Na edição de 2018, mais de 100 mil programadores participaram do levantamento, que colocou o JavaScript como código mais utilizado. Diferentemente do Java (usado em apps para Android), o JavaScript permite a criação de elementos interativos em sites, o que o torna popular. Recentemente, o Google lançou um aplicativo grátis que visa ensinar a linguagem com pequenos jogos.

Apesar de o HTML ser uma linguagem de marcação, ela aparece em segundo lugar, seguida do CSS, ambas muito usadas em sites. Já o SQL é normalmente usado para lidar com um grande volume de dados, assim como o Python.

O Java aparece em quinto lugar no ranking, enquanto seu “rival”, Swift–usado em apps para iPhone–ficou em último lugar.

Muito usada em bancos, a linguagem Cobol não figurou no ranking, apesar da promessa de altos salários.

Quase 60% dos programadores que participaram da pesquisa se identificaram como desenvolvedores back-end, enquanto cerca de 20% se descreveram como desenvolvedores mobile. Fora isso, 30,1% dos participantes do levantamento disseram que trabalham com programação profissionalmente de zero a dois anos, 27,4%, de três a cinco anos, e 14,6% de seis a oito anos. No Brasil, os programadores participantes tinham, em média, 25 anos, enquanto o tempo de experiência média no setor era de oito anos.

O relatório traz uma série de dados sobre plataformas, bibliotecas e outras curiosidades sobre programadores. Você pode conferi-lo na íntegra, em inglês, aqui.

Veja a lista de linguagens de programação mais populares a seguir.

1.JavaScript
2.HTML
3.CSS
4.SQL
5.Java
6.Bash/Shell
7.Python
8.C#
9.PHP
10.C++
11.C
12.Typescript
13.Ruby
14.Swift
15.Assembly
16.Go
17.Objective-C
18.VB.NET
19.R
20.Matlab

Fonte: Exame

Promoção de exame de certificação da Oracle

A Oracle University, área da Oracle que promove cursos para formação em Tecnologia da Informação, acaba de lançar uma promoção para retake gratuito (segundo teste sem custos) de exame de certificação das soluções Oracle. Os conteúdos dos cursos são relacionados com Java, Oracle Database, Oracle Database Cloud Service e Java Cloud Service.

O processo para o agendamento do(s) exame(s) é simples:

• Acesse o site da Person/VUE e selecione o exame respectivo às tecnologias de interesse;
• Use o código RETAKE18BR e registre-se para ter o segundo exame sem custos;
• O primeiro exame deve ser realizado até o 31 de maio de 2018. Se não for aprovado, a segunda oportunidade, sem necessidade de pagamento, deverá ser realizada antes de 15 de julho de 2018.

“A promoção de retake gratuito é apenas uma prova da missão de Oracle University que incentiva e promove a formação de novos profissionais em TI, bem como ajudar na empregabilidade por meio de conhecimento de alto nível, cada vez mais exigido pelo mercado”, destaca Debora Palermo, diretora de Oracle University, da Oracle do Brasil.

Sobre a Oracle
A Oracle Cloud oferece um portfólio completo de aplicativos para ERP, HCM e CX, além do melhor banco de dados em Plataforma como Serviço (PaaS) e Infraestrutura como Serviço (IaaS), nos data centers localizados nas Américas, Europa e Ásia. Para mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL. visite www.oracle.com/br.

Marcas Registradas

Oracle e Java são marcas registradas da Oracle e/ou suas afiliadas. Outros nomes são de propriedade de seus respectivos donos.


Fonte: InforChannel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Os nove primeiros projetos propostos para o EE4J

Os primeiros nove projetos propostos pela Eclipse Foundation destinados a serem incluídos no Eclipse Enterprise for Java (EE4J) foram feitos. São eles:

Eclipse Grizzly
Eclipse OpenMQ
Eclipse Mojarra
Eclipse Message Service API para Java ( JSR 914 )
Eclipse Tyrus
Eclipse Java API para RESTful Web Services (JAX-RS)
Eclipse Jersey
Eclipse WebSocket API para Java ( JSR 356 )
Eclipse JSON Processing

Como descrito na carta do EE4J, esses projetos foram criados como parte do processo de transição das tecnologias do Java EE 8 e GlassFish da Oracle para a Eclipse Foundation. Todos os projetos novos seguem o processo de desenvolvimento do Eclipse para ser integrado ao EE4J.

Dois projetos adicionais, EclipseLink e Eclipse Yasson , já estão no processo de migração para o EE4J . Informações relevantes para todos os projetos da Fundação Eclipse podem ser encontradas em seu site de notícias sobre atividades de projetos .

Dmitry Kornilov, gerente sênior de desenvolvimento na Oracle, e Mike Milinkovich, diretor executivo na Eclipse Foundation, falaram com o InfoQ sobre esses nove novos projetos.

Uma pergunta importante bem como sua resposta:

InfoQ: O que está no horizonte para o EE4J?

Kornilov: Há muitas coisas acontecendo. O primeiro objetivo é transferir todos os projetos Java EE para a Eclipse Foundation e lançar a primeira versão do EE4J. O plano é que essa versão seja compatível com o Java EE 8. O segundo objetivo é definir um novo processo de padronização que será utilizado no EE4J e irá substituir o processo da JCP que era utilizado no Java EE. E o objetivo final é que, com o processo de padronização definido, seja lançada uma nova versão totalmente desenvolvida pela comunidade Enterprise do Java.

Fonte: InfoQ, adaptado.

sexta-feira, 9 de março de 2018

JavaFX será retirada do Java JDK

A tecnologia para Java, de desenvolvimento de software cliente enriquecido, a JavaFX, será removida do Java Development Kit (JDK). Disponibilizada pela Oracle há dez anos, seguirá o seu processo autónomo de evolução.

Ao ter o seu próprio módulo ficará mais fácil de ser adotada e abre-se caminho a contribuições de mais intervenientes, acredita o fabricante. Na sua visão, com a nova agenda prevista de atualizações mais frequentes para a linguagem Java, e respectivo kit de desenvolvimento, o JavaFX precisa de ter o seu próprio ritmo.

Este será promovido pelas contribuições da Oracle e de outros intervenientes na comunidade OpenJFX. O JavaFX já não fará parte do JDK 21, previsto para Setembro de 2018.

Permanecerá no JDK 10 que será disponibilizado durante a próxima Primavera, segundo a referida agenda. O suporte comercial para o JavaFX no JDK 8 continuará até pelo menos 2022. Com um conjunto de pacotes de software para elementos gráficos e de media, o JavaFX faz parte do JDK desde 2012.

Foi introduzido em Maio de 2007 pelo fabricante fundador da Java, a Sun Microsystems. Tratou-se de uma tentativa de colocar a linguagem na vanguarda do desenvolvimento de software cliente enriquecido, nos desktops e dispositivos móveis. E assim compete com o Adobe Flash e o Microsoft Silverlight.

A Oracle assumiu o controle sobre a tecnologia quando adquiriu a Sun em 2010. Tornou-se código aberto em 2011, teve adopção mas sem relevância muito marcada.

Tal como o Silverlight e o Flash Player, o JavaFX perdeu importância, conforme os programadores procuraram usar mais tecnologias baseadas em normas, particularmente a HTML5, para desenvolver aplicações enriquecidas para Internet.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Novidades no NetBeans IDE da Apache para Java 9

A Apache Software Foundation lançou uma versão beta do seu ambiente de desenvolvimento NetBeans Version 9.0, que inclui as primeiras capacidades existentes no JDK 9. Suporta, por exemplo, o Java Module System introduzido com o Java 9 em Setembro de 2017.

As principais novidades:
‒ um modo “ModulePath” para capacitar o ambiente para o uso de módulos, além de suportar a opção “classpath” de longa data para o “runtime” na busca de ficheiros de classe e recursos;
‒ a capacidade de um projecto típico do NetBeans pode servir como módulo de Java Development Kit 9 através de um ficheiro “module-info.java” no pacote base;
‒ suporte em módulos para o ciclo completo de edição, compilação, depuração e análise;
‒ a capacidade de mostrar dependências do módulo no IDE;
‒ uma interface de utilizador, como console para as ferramentas Java Shell (JShell), REPL (“read-eval-print-loop”), que podem ser suportadas com a configuração do projeto do utilizador;
‒ adição de ações ao instrumentos análise da Java para expandir e colapsar nós em resultados de tabela de árvores.
‒ “Popups” redimensionáveis ​​das ferramentas de análise, para facilitar a manipulação de nomes longos de classe ou método;
‒ Suporte para a PHP 7.1, incluindo visibilidade constante sobre classes, a detecção múltipla de exceções e de tipos anuláveis;
‒ Para o desenvolvimento do PHP 7.0, um instrumento de análise lexical sensível ao contexto;
‒ Também para PHP, o editor sugere tipos de retorno vazio e métodos não abstractos incorretos;
‒ O depurador C / C ++ para depuração “dbx” nativa;
‒ Suporte no editor C / C ++ para a ferramenta de formatação para formato Clang;
‒ Também para o desenvolvimento de C / C ++, uma versão experimental de diagnóstico baseado em Clank, que mostra o caminho de erro de um problema.

O NetBeans 9.0 também traz um novo projeto, o Java Modular Project, para o desenvolvimento de vários módulos JDK 9 em projeto baseado em Ant. Com isso, os projetos de aplicações em Java podem ser empacotados numa imagem JLink para distribuição da aplicação e dos módulos necessários.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Como a descontinuação do plug-in Java para navegadores pode impactar nos negócios dos fornecedores de tecnologia

Recentemente, a Oracle comunicou que o Java 9, próxima versão do Java – plataforma de aplicações que roda em diversos ambientes, como servidores, desktops, navegadores, smartcards, Set-top boxes – não terá mais suporte ao plug-in que roda nos navegadores web, o Java Applets.

Com isso, aplicações que dependem desse recurso terão de migrar para outras tecnologias, como o Java Web Start (JWS), que funciona fora do navegador, ou mesmo reescrever a aplicação utilizando a única tecnologia nativamente suportada pelos navegadores, o HTML5.

Criado para rodar nos navegadores de internet, o Java Applets utiliza um plug-in chamado Java Plugin que já não é suportado nativamente pela maioria dos navegadores (Google Chrome é apenas um deles), e que agora a Oracle resolveu descontinuar de forma definitiva, a exemplo do que foi feito com outras tecnologias, como Adobe PDF Plugin, Microsoft Silverlight etc.

Essa tecnologia já está em desuso há muito tempo, e todos sabiam que os navegadores iriam deixar de suportá-la em algum momento. Na prática, não existem aplicações relevantes que rodam em Applets Java, mas sim, aplicações pequenas que servem apenas como suporte para outras aplicações que rodam dentro do navegador, como um gráfico on-line de cotações da bolsa de valores que fica no portal de uma financeira.

Fornecedoras que estão atentas a essas possibilidades de descontinuação, e que preferem utilizar tecnologias inovadoras com um ciclo de vida mais longo e promissor, saem à frente e se destacam da concorrência, evitando dor de cabeça aos seus clientes.

Para substituir o Java Applets, muitas delas já adotam há anos a versão Java para servidores, o Java EE (Enterprise Edition), que é atualmente uma das tecnologias mais utilizadas no mundo inteiro para aplicações e serviços corporativos, como pode ser verificado em diversos estudos, dentre eles o Github (maior repositório de projetos de software do mundo).

Segundo o Github, em 2017 o Java ficou em terceiro lugar como tecnologia mais utilizada em projetos, sendo que em primeiro e segundo lugares estão Javascript e Phyton, que são amplamente usadas em projetos de aplicações client e scripts de administração, ou seja, Java é de fato a mais usada no quesito General purpose.

Essa plataforma despontou, desde o início dos anos 2000, como uma solução open source e multiplataforma para desenvolvimento de aplicações Web corporativas e é uma das únicas que traz robustez, segurança e o paradigma “Write once, run anywhere”, o que significa que um programa escrito em Java roda sem modificações em diversas plataformas diferentes (Windows, Linux, Unix, MacOS, etc).

É de extrema importância avaliar se seu fornecedor de ERP atua com tecnologias adequadas, que não dependem de versão A ou B dos navegadores para continuarem funcionando, pois isso pode fazer a diferença em um momento crítico do seu negócio.

Fonte: ITforum365

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Estas são as linguagens de programação para ficar de olho em 2018

Se uma das suas promessas para o ano novo é aprender a programar, escolher as linguagens que têm mais demanda podem ajudar você a atingir seus objetivos, seja criar aplicativos, ganhar mais dinheiro ou fazer uma transição de carreira.

O Coding Dojo, site que oferece treinamento e mentoria de carreira, listou 7 linguagens importantes para o ano de 2018.

A lista foi elaborada com base nas vagas disponíveis em um site de empregos chamado Indeed.com. Por conta disso, muitas linguagens populares ou com demanda crescente não aparecem.

Java
Apesar de passar por uma fase de redução de postos de trabalho relacionados a essa linguagem, o Java ainda é a mais importante. Aplicativos para os smartphones e tablets Android são baseados nessa linguagem e 90% das empresas das 500 mais da Fortune usam Java em seus sistemas.

Python
O Python registrou aumento de interesse por parte do mercado em 2017. Ela pode ser usada para tarefas de mineração de dados, aprendizagem de máquina, desenvolvimento web e desenvolvimento de software (como linguagem auxiliar nos dois últimos casos).

JavaScript
O JavaScript é usado por 80% dos desenvolvedores e 95% dos sites, o que o torna extremamente popular. Ele deve ganhar relevância, também, em dispositivos criados para a internet das coisas (IoT).

C++
Conhecida como mais difícil de aprender do que Python ou JavaScript, a linguagem C++ tem aplicações em desenvolvimento de jogos, criação de sistemas e aplicativos, firmware, drivers, entre outras. A demanda por C++ se manteve estável em 2017.

C#
Essa linguagem de programação da Microsoft roda na plataforma .NET e ela é importante para quem tem interesse em trabalhar com desenvolvimento de jogos.

PHP
O PHP é uma linguagem muito usada em desenvolvimento web, normalmente para adicionar funções ao HTML e também para interagir com bancos de dados em MySQL.

Perl
A Perl registrou queda de 3 mil postos de trabalho em 2017 e ficou em sétimo lugar no ranking de linguagens mais populares. Ela ainda é bastante usada por administradores de sistemas e redes.

Três linguagens com demanda crescente foram destacadas pelo Coding Dojo: Swift, R e Rust

Fonte: Exame